O Casamento de Eros e Psiquê - Parte 2
Viktor D. Salis
SINOPSE
Gravado em outra ocasião, relembra e complementa, muito, de maneira importante a Parte 1. Eros tinha na antigüidade dois significados: um, mais profundo e metafísico, descrito por Hesíodo em sua obra “A Teogonia”, com o sendo “o princípio motor cósmico que tudo une e atrai – dos astros e os planetas até os seres vivos”. Já em Homero encontramos a versão mais popular de Eros. Este é filho de Ares com Afrodite, sendo representado com o aquela criança sapeca dotada de asas e uma aljava cheia de flechas do amor que atira a esmo para todos os lados, atormentando a vida dos deuses e dos mortais, com paixões repentinas e inusitadas. Eros, com o filho de Ares e Afrodite, será aqui o personagem de nossa história e não o Eros metafísico, que deixaremos para uma outra ocasião. É importante não confundir este Eros que flechava a todos de modo inusitado, com o amor livre e o sexo desenfreado que se pratica hoje. Isto era chamado na Antigüidade de hedonismo, ou seja, o sexo e o prazer com o um fim em si mesmos.
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